Altos preços de frete afetam comércio de açúcar, diz BP Bunge
ago, 04, 2021 Postado porSylvia SchandertSemana20-2131
Os altos preços dos fretes transoceânicos levaram consumidores de açúcar ao redor do mundo a interromper compras e utilizar estoques, causando um excesso de oferta temporário do adoçante no Porto de Santos (SP), o que empurrou para baixo os diferenciais de preços.
De acordo com a BP Bunge Bioenergia, companhia de açúcar e etanol de propriedade de BP e Bunge, em alguns momentos de julho o açúcar brasileiro chegou a ser vendido com desconto frente aos contratos futuros negociados em Nova York, em vez de registrar o tradicional prêmio sobre os futuros, já que muitos importadores saíram do mercado.
“O fato é que essa situação com o frete transoceânico causou algum estresse”, disse Geovani Consul, presidente-executivo da BP Bunge. “Agora está voltando, está melhorando para agosto”, acrescentou.
Confira a seguir um histórico das exportações brasileiras de açúcar a partir de 2018. Os dados são do DataLiner:
Exportação Brasileira de Açúcar (HS 1701) | Jan 2018 a Jun 2021 | WTMT
As altas taxas para o transporte transoceânico tanto para navios que carregam açúcar a granel e grãos quanto para os contêineres usados para produtos como café e algodão aumentaram os custos para as empresas e afetaram o comércio.
Analistas afirmam que um aumento nas compras online e desequilíbrios na distribuição de contêineres e navios durante a pandemia, assim como a alta nos preços do petróleo, são as principais causas para o movimento.
Fonte: Money Times
Para ler a matéria original completa acesse o link:
https://www.moneytimes.com.br/altos-precos-de-frete-afetam-comercio-de-acucar-diz-bp-bunge/
-
Portos e Terminais
ago, 29, 2022
0
Montevideo será 1º porto sul-americano a oferecer ‘cold ironing’
-
Outras Cargas
fev, 27, 2024
0
Exportação de minério de ferro do Brasil já supera total de fevereiro de 2023
-
Carnes
dez, 15, 2021
0
China vai cobrar tarifas mais altas sobre importações de carne suína em 2022
-
Outras Cargas
maio, 14, 2026
0
Abemel vê decisão da UE com preocupação, mas descarta grande impacto para o setor
