Argentina amplia número de produtos agroindustriais com alta nas exportações no início de 2026
jun, 22, 2026 Postado porGabriel MalheirosSemana202626
A Argentina registrou crescimento nas exportações de 209 produtos agroindustriais entre janeiro e abril de 2026, de um total de 332 itens embarcados no período, informou a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca do país.
Segundo dados compilados pela Subsecretaria de Mercados Agroalimentares com base em números do Indec, os produtos que apresentaram avanço nas vendas externas renderam US$ 11,318 bilhões e somaram 29,67 milhões de toneladas.
Alguns itens tiveram crescimento expressivo nos volumes exportados. Os embarques de sementes de girassol dispararam 1.366%, enquanto as exportações de feijão preto seco sem casca avançaram 865%. Também registraram alta relevante os fios de algodão, com 863%; o feijão seco, com 381%; o gergelim, com 190%; o tabaco destalado, com 132%; a manteiga, com 109%; outros produtos forrageiros, com 86%; a carne suína e seus derivados, com 84%; o mel, com 84%; o trigo, com 77%; os limões, com 76%; o óleo de girassol, com 69%; a lã suja, com 66%; o sorvete, com 65%; os pêssegos, com 51%; o leite em pó, com 44%; o vermute, com 42%; os produtos de panificação e os grãos de cevada, ambos com 41%; o suco de uva, com 38%; o suco de laranja, com 37%; o glicerol, com 35%; o alho, com 29%; e a carne bovina congelada sem osso, com 10%.
O governo argentino informou ainda que 89 produtos alcançaram o maior volume exportado dos últimos dez anos.
Além disso, 33 produtos que não haviam sido exportados no primeiro quadrimestre de 2025 passaram a ser embarcados no mesmo período de 2026, gerando US$ 21,4 milhões em receita. Entre eles estão batata-doce, gordura suína, sementes de cártamo, maçãs e peras secas e carne caprina, entre outros.
Segundo a Secretaria, o setor agroindustrial argentino vem ampliando sua presença no mercado internacional com apoio de medidas adotadas pelo governo, como a redução ou eliminação de direitos de exportação, a abertura de novos mercados, os acordos comerciais com os blocos União Europeia-Mercosul e EFTA, além da simplificação e digitalização dos procedimentos de exportação.
Fonte: Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina
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