Cade volta a interromper julgamento sobre taxa que divide o setor portuário
out, 22, 2020 Postado porSylvia SchandertSemana202044
Mais uma vez, um novo pedido de vista adiou uma decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a cobrança de uma taxa, conhecida como THC2, que divide o setor portuário há quase 20 anos.
A taxa é cobrada dos terminais secos, como são chamados os armazéns que não estão instalados à beira-mar. Os terminais molhados, que descarregam os navios, cobram para empilhar e entregar os contêineres.
Os terminais secos argumentam que o preço desse serviço já está incluído no frete, o que resultaria em uma concorrência desleal. O Cade sempre concordou com essa tese.
No entanto, recentemente, uma nova resolução da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) levou a área técnica do Cade a se manifestar a favor da cobrança, gerando expectativa no setor sobre uma eventual mudança de entendimento.
Porém, até o momento do pedido de vista, o plenário do órgão antitruste vinha mantendo sua posição contrária à cobrança, em um processo movido contra o terminal de contêineres do porto de Suape, em Pernambuco.O relator do processo, Luiz Hoffmann, votou contra a cobrança e foi acompanhado pelo procurador do Cade, Walter Agra. A votação foi interrompida pelo pedido de vista do conselheiro Luiz Braido e deve voltar à pauta do Cade na sessão do dia 4 de novembro.
Fonte: Valor
-
Petróleo e Gás
ago, 26, 2025
0
Vast Infraestrutura inicia construção do parque de tancagem do Terminal de Líquidos do Açu’
-
Blog Notícias (PT)
maio, 22, 2025
0
Leilão do túnel imerso Santos-Guarujá é adiado para 5 de setembro
-
Automotivo
set, 18, 2023
0
Marcopolo vendeu 3,5 mil ônibus ao Oriente Médio desde 2003
-
Logística Outros
abr, 18, 2019
0
Caminhoneiros vão entrar em greve no dia 21 de maio se o diesel subir