Em 46 dias, Receita Federal libera importação de 19 mil toneladas de produtos para o combate à Covid-19
maio, 26, 2020 Postado porSylvia SchandertSemana202023
A Receita Federal realizou um levantamento que mostrou que em um período de 46 dias (18/03 a 02/05), a instituição liberou a entrada no país de 19 mil toneladas de produtos médico-hospitalares utilizados no combate à pandemia da Covid-19. Esses produtos tiveram um tempo de desembaraço aduaneiro 33% menor em comparação a liberação de mercadorias no período anterior à pandemia graças à edição da Instrução Normativa RFB nº 1.927 de 17/03/2020, que simplificou o despacho aduaneiro de produtos de uso médico-hospitalar.
O conjunto de todas essas mercadorias somadas atinge a marca de quase R$ 1 bilhão. Entre os itens mais significativos estão:
· Máscaras e vestuários de proteção, totalizando R$ 532 milhões
· Kits teste para Covid-19 de diversos tipos: R$ 110 milhões.
· Ventiladores e respiradores médicos, peças e acessórios: R$ 37 milhões
· Medicamentos e suas matérias primas: R$ 146 milhões
Despacho aduaneiro prioritário
Nesta semana, a Receita Federal ampliou mais uma vez o rol de produtos que terão seu despacho de importação realizado de maneira prioritária para auxiliar no combate à pandemia causada pelo novo coronavírus. A Instrução Normativa RFB nº 1.955, publicada na edição de 26 de março do Diário Oficial da União, prevê o despacho prioritário para equipamentos hospitalares e matérias-primas destinadas a fabricação de medicamentos, dentre outros.
Dentre as categorias incluídas na nova Instrução Normativa estão produtos como macas hospitalares e equipamentos para testes de performance de respiradores artificiais, além de uma série de novos medicamentos.
-
Outras Cargas
fev, 22, 2024
0
Exportação de denim gera US$2,2 milhões
-
Portos e Terminais
maio, 31, 2021
0
Especialistas alertam para problemas e risco de paralisação do Porto de Santos
-
Portos e Terminais
dez, 21, 2023
0
Suape lança edital de licitação do canal interno
-
Outras Cargas
fev, 29, 2024
0
Importação de lácteos cresce apesar de medida para limitar as compras