Exportações serão pouco afetadas e podem ganhar competitividade com exigências da UE,diz Abag
out, 07, 2021 Postado porSylvia SchandertSemana202138
A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) recebeu sem surpresa a notícia de que a União Europeia pretende exigir certificação dos seus importadores de carne bovina, soja, café, cacau, madeira e óleo de palma.
O “selo” tem como propósito garantir que os produtos são provenientes de terras que não foram desmatadas ou contribuíram para a degradação de solos após 1º de janeiro de 2021.
“Não tem novidade nenhuma. Eles já vinham falando isso há muito tempo”, disse, ao Valor, o presidente da Abag, Marcello Brito. “Não vejo muito impacto [no comércio brasileiro]. O desmatamento que ocorre no Brasil, hoje, está muito mais ligado à grilagem de terra e patrimonialismo do que com a expansão do agronegócio”.
Para Brito, tanto o plano da UE como a iniciativa nos EUA, onde deputados do Partido Democrata devem revelar uma proposta de lei parecida à da UE nos próximos dias, não podem ser vistas com espanto pelos empresários do agronegócio. “Todas as tendências de mercado mostram que, no inconsciente da clientela mundial, o que se pede hoje é justamente proteção ambiental e produção sustentável”, afirmou.
Entre as commodities selecionadas pela UE, Brito destaca que o óleo de palma e o café brasileiros poderão ganhar vantagem competitiva. Caso o bloco europeu amplie a lista futuramente, outros setores como papel e celulose, suco de laranja,açúcar e álcool, fruticultura e algodão também podem sair ganhando.
Fonte: Valor Econômico
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