Economia

Importações paraguaias de matérias-primas crescem 6% até maio, impulsionadas pelos setores metalúrgico e químico-farmacêutico

jun, 18, 2026 Postado porSylvia Schandert

Semana202625

As importações paraguaias de matérias-primas por meio do programa governamental de incentivo à compra de insumos totalizaram US$ 196 milhões até maio, alta de 6% em relação ao mesmo período de 2025, com os setores metalúrgico e químico-farmacêutico liderando a demanda.

Juntos, esses dois segmentos responderam por 65% dos insumos introduzidos no país por meio do programa, três pontos percentuais acima da participação registrada em abril. Os mesmos dados mostram, no entanto, uma queda de 12% no valor das matérias-primas importadas em relação ao ano anterior. Cerca de 75% dos insumos vieram da China e da Índia, responsáveis por 68% e 7% do total, respectivamente, consolidando-se como os principais fornecedores da indústria paraguaia.

As empresas do setor metalúrgico lideraram as compras, com US$ 94,4 milhões em importações. O segmento químico-farmacêutico veio em seguida, com US$ 33,7 milhões, enquanto a indústria do tabaco respondeu por US$ 14,5 milhões.

O programa também contemplou importações destinadas aos setores de papel e impressão, alimentos e bebidas, produtos de tabaco e outras atividades industriais.

As autoridades aprovaram 2.861 pedidos de importação de matérias-primas até maio, número 6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Somente em maio, as importações aprovadas totalizaram US$ 43 milhões, distribuídas em 617 solicitações, beneficiando cerca de 135 empresas industriais.

Nos primeiros cinco meses do ano, o programa beneficiou 237 fabricantes. Aproximadamente 80% deles estavam concentrados nos setores de metalurgia, produtos químicos e farmacêuticos, borracha e plásticos, alimentos e bebidas, têxteis, papel e impressão, fabricação de móveis e outros segmentos industriais.

A maior parte das empresas contempladas pelos pedidos de importação aprovados está localizada nos departamentos de Central e Alto Paraná, que responderam por 70% e 17% do total, respectivamente.

Fonte: Agencia de Información Paraguaya

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