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Exportações de soja, milho e farelo do Brasil superam projeções para outubro, aponta Anec

out, 15, 2025 Postado porSylvia Schandert

Semana202543

As exportações brasileiras de soja devem somar 7,31 milhões de toneladas em outubro, segundo nova estimativa divulgada nesta terça-feira (14) pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O número representa um avanço em relação à previsão anterior, que indicava 7,12 milhões de toneladas.

O aumento nas projeções reforça o ritmo acelerado dos embarques da oleaginosa neste segundo semestre, impulsionado pela forte demanda internacional, especialmente da China, principal destino da soja brasileira.

Confira a seguir um histórico das exportações brasileiras de soja para a China. O gráfico foi elaborado com dados do DataLiner:

Exportações brasileiras de soja para a China | Janeiro a Agosto | 2022–2025 | WTMT

Fonte: DataLiner (Clique aqui para solicitar uma demo)

Milho também registra alta nas projeções de embarque

A Anec também revisou para cima as expectativas de exportação de milho. Agora, o volume estimado para outubro é de 6,46 milhões de toneladas, contra 6,06 milhões projetadas na semana anterior.

A revisão positiva reflete a boa disponibilidade interna do grão e o forte ritmo de embarques observados nos portos, impulsionados pelo câmbio favorável e pela competitividade do produto brasileiro no mercado global.

Confira abaixo um histórico das exportações brasileiras de milho a partir de janeiro de 2022. O gráfico foi elaborado com dados do DataLiner:

Exportações Brasileiras de Milho | Jan 2022 a Jun 2025 | WTMT

Fonte: DataLiner (Clique aqui para solicitar uma demo)

Farelo de soja tem aumento nas previsões de exportação

Outro destaque é o farelo de soja, que também teve suas projeções ajustadas para cima. A Anec prevê agora 2,06 milhões de toneladas exportadas em outubro, ante 1,92 milhão estimada na semana passada.

O aumento nas exportações do derivado está associado à sólida demanda internacional por produtos utilizados na nutrição animal, especialmente na Ásia e na Europa, além da ampla oferta de matéria-prima no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

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