Exportações de arroz, trigo e sorgo crescem na Argentina
out, 09, 2025 Postado porSylvia SchandertSemana202543
Os complexos de grãos produzidos na Argentina registraram crescimento significativo no volume de exportações nos primeiros oito meses de 2025, em relação ao mesmo período de 2024. Os dados processados pela Subsecretaria de Mercados Agroalimentares e Integração Internacional, com base em estatísticas do Indec, foram divulgados hoje no último dia 08 pela Secretaria de Agricultura do Ministério da Economia da Nação.
Entre os principais complexos, destacam-se o arroz, com alta de 91%; trigo, com alta de 40%; sorgo, que teve alta de 26%; cevada e outros cereais, com alta de 3%; e milho, que apresentou uma leve alta de 1%. No caso do arroz, o maior crescimento foi observado no arroz descascado não parboilizado, no arroz semibranqueado ou branqueado não parboilizado e no arroz descascado. No caso do trigo, os grãos se destacam, seguidos pela farinha e, no sorgo, pelos grãos.
Os dez principais destinos para todas as vendas de grãos foram Vietnã, Brasil, Peru, Arábia Saudita, Argélia, Malásia, Chile, Egito, China e Indonésia. Aumentos significativos incluem Angola (998%), Bangladesh (444%), ambos principalmente devido às vendas de trigo; Líbano (513%); Egito (156%) devido às vendas de milho; e Quênia (89%) devido às vendas de milho e trigo.
De acordo com a Secretaria de Agricultura, o crescimento observado no comércio exterior é resultado de parcerias público-privadas para fortalecer a integração internacional. Algumas medidas foram adotadas pelo Governo Nacional da Argentina para facilitar a produção e impulsionar as exportações. Entre elas, destacam-se a eliminação de restrições à exportação, de volumes de balanceamento e do valor FOB oficial para malte, a exclusão de declarações de vendas ao exterior, a redução de impostos retidos na fonte, entre outros.
“Mais exportações significam maior desenvolvimento territorial, mais investimentos, mais empregos, mais divisas para o país e a presença dos produtos argentinos nos mercados globais”, concluiu a Secretaria em comunicado.
Fonte: Revista Cultivar
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